quinta-feira, 26 de maio de 2011

“Por que fitar os olhos naquilo que não interessa?”



Leia e aprenda sobre a importância de “ver” segundo a ótica da palavra de Deus que é bem diferente da nossa...
Quantas vezes cantamos “Abre Senhor os meus olhos, olhos do meu coração, quero ver-te...” E imaginamos uma visão fantástica, sobrenatural do Mestre aparecendo à nossa frente e nos tocando. Mas Ele se manifesta de tantas maneiras... E muitas vezes nós não o vemos. Não o vemos porque os nossos olhos estão enxergando outras coisas. Estão viciadas com algumas cenas, acostumados a olhar para o mesmo lugar. Muitas vezes olhamos para os nossos problemas, para a nossa dor, ou com ansiedade, olhamos para o futuro e sempre nos perguntamos: “Como?”, “Para que?”, Ou: “O que fazer?”, sem conseguirmos enxergar o que está acontecendo à nossa volta, no nosso presente... Vamos refletir sobre a importância de ver!
Sara esposa de Abrão viu o fi­lho de Hagar sua serva  caçoando de Isaque. Sara pediu a Abraão: "Mande embora de casa a escrava Hagar e o filho dela. Ismael não haveria de ser herdeiro junto  com seu filho Isaque”.
Abraão ficou muito aborrecido, por­que, afinal, Ismael era filho dele.
Mas Deus disse a Abraão: "Não se preocupe com o rapaz, nem com a escra­va.  Mas dos descendentes do filho da escrava vou fazer uma grande nação. Isto porque ele também é seu fi­lho."
No dia seguinte, Abraão se levantou bem cedo. Pôs um bornal com alimentos e um cantil de água nos ombros de Hagar, e mandou embora a mãe e o filho. Ela fi­cou vagando pelo deserto de Berseba, sem saber aonde ir.
Quando acabou a água do cantil, Hagar colocou o menino debaixo de uma moita. Depois se afastou e se sentou a mais de duzentos metros de distância. Fez isso, pensando: "Não quero assistir à morte do menino". E ali ficou ela, cho­rando amargamente. Mas Deus ouviu a voz do menino e, do céu, o anjo de Deus chamou Hagar. Disse ele: "Hagar, que aconteceu? Não tenha medo! Deus ouviu a voz do meni­no, dali onde ele está. Vamos! Levante-­se! Vá lá e trate de animar o rapaz. Pois vou fazer uma grande nação dos descen­dentes dele".
Deus abriu os olhos de Hagar, e ela viu um poço de água. Foi lá, encheu o cantil, e deu água ao filho...
Tenho observado que muitas vezes nós não vemos com a atenção devida, e muitas coisas nos passam desapercebidas. É o caso de Hagar que estava diante de um poço, mas não enxergou! De muitos pais que não param de trabalhar, de escrever, por exemplo, para admirar o trabalho de arte do filho, que chega sorrindo ao seu lado.Quantas vezes os pais apenas respondem: “que lindo!”, sem ver de verdade. “Olhar” “ver” são coisas diferentes.
Os discípulos de João foram encorajados a ver, a fazer um relatório do que estavam vendo Jesus fazer, comparando com as profecias a respeito do Messias nas escrituras, e não precisariam fazer pergunta alguma.
Como é bom poder enxergar o que acontece, e confirmar por si mesmo uma situação. Muitas vezes o que é dito não corresponde à realidade. Precisamos aprender ver!
Jesus olhou para a multidão e começou a perguntar: “O que saístes a ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento? Sim o que saístes a ver? Um homem ricamente trajado?Os que se trajam ricamente estão nas casas dos reis”. Esta é uma pergunta boa: O que saístes a ver?
Tenho certeza de que cada pessoa que saía a se encontrar com João, o Batista, tinha algum interesse em mente, ou uma procura diferente. Esta pergunta tinha o objetivo de causar uma profunda reflexão.
Provavelmente alguns iam até João à toa. Por mera curiosidade. Não procurava nada em especial. João era para eles uma cana agitada pelo vento. Só mais uma coisa diferente no cenário. Não é comum ver uma cana no deserto, assim como não era comum um homem como João. As pessoas poderiam estar ali atraídas apenas para ver algo diferente, mas esta visão não iria mudar, em nada, a vida ou a história de nenhum deles. “O que saístes a ver?”Um homem ricamente trajado?, perguntou Jesus.
Por outro lado, pessoas poderiam usar as críticas, o tempo todo.Como isso é comum! Pessoas que chegam às igrejas para ver o que há de errado. Que só sabem criticar...João se vestia com roupas diferentes, morava no deserto. É lógico que isso atraía muitos comentários, seja ele contra ou a favor.Mas Jesus deixa claro que isso também não era a visão correta. “Mas então o que saístes a ver? Um profeta? Sim eu vos digo e muito mais que um profeta”. Com esta terceira opção Jesus mostra João como alguém especial.Ele trazia a mensagem de Deus para o povo. Com estas perguntas Jesus estava fazendo o povo pensar a respeito daquilo que eles queriam ver, e refletir acerca daquilo que eles precisavam ver. Isso nos ensina que a forma como vemos uma situção pode interferir profundamente na forma como somos tocados por ela. Uma mesma circunstância pode ser vista de várias formas diferentes, e nos levar para lugares ou sentimentos diferentes. O que penso em relação a isso é que precisamos estar atentos ao nosso redor para ver. Jeremias nos conta que o seu chamado para ser profeta começou com uma pergunta: “Que vês, Jeremias? Vejo uma vara de amendoeira. Disse o Senhor: Vistes bem porque Eu velo sobre a minha palavra para a cumprir”.(Jr 1.11).Jeremias não “floreou”. Ele foi simples e disse direto o que viu. Ele não inventou nada a mais. Deus queria ver como estava sua visão. Queria ver se poderia confiar a ele suas palavras e ver se ele as transmitiria exatamente como eram, sem aumentar ou diminuir.
Quantas vezes falamos o que não vimos. Quantas vezes colocamos o que pensamos, sem verificar se as coisas são realmente assim. A vara de amendoeira era algo muito simples e parecia não significar nada. Mas foi isso o que Deus mostrou. Foi isso que ele disse que viu. Precisamos buscar de Deus essa simplicidade e essa confiança de que não é a nossa interpretação dos fatos que vem em primeiro lugar, mas é o fato em si. Mas poucos são os que saem para ver o que está acontecendo com as pessoas.Como precisamos ver com os olhos de Deus, para isso precisamos sair do palácio, da zona de conforto, com o interesse de ver, queremos ver como o Senhor ver... Na fé Letícia Ferreira.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Olá bom dia para todos!
assista a este vídeo e entenda que tudo o que escondemos tem poder sobre nós e, "O que enterramos vivo nunca morre"...
Essa é a questão porque muitas pessoas não andam para a frente, pois só estão ocupadas perdendo tempo com o passado, e vive uma vida de tristezas e angústia, porque fitam os olhos naquilo que não interessa. Deus abençoe.      Na fé Letícia Ferreira...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

“Os possíveis e os impossíveis”



Há fatos e situações na vida que, quando lhes resistimos ou combatemos, podem resolver-se. Encontramos, a cada dia e a cada passo na vida, circunstâncias adversas que nos incomodam e nos ferem, mas que podem, com estratégia acertada e esforço perseverante, ser neutralizadas e às vezes inteiramente solucionadas.
Sendo assim, quando deparamos em nosso caminho ocorrências inesperadamente dolorosas, é conveniente e necessário fazer-se, em primeiro lugar, estas perguntas: Isto que tanto nos dói, tem solução? Pode-se alterar mudar ou melhorar? Posso fazer alguma coisa?
Se o horizonte se vislumbra alguma solução, ainda que seja de pequena monta, não é hora de abandonar-se, mas de lutar e combater, com todas as armas disponíveis e com a colaboração dos outros, para alterar, pouco ou muito, o que for possível mudar.
Enquanto as possibilidades estão dadas e os horizontes abertos, não se deve ceder perante nada, mas Por em jogo todas as energias disponíveis no sentido de enfrentar todos os possíveis e levá-los a solução final.
Olhando, porém, a realidade com cabeça fria, o ser humano descobre com muita freqüência que grande parte das coisas que o desgostam, o entristecem, ou o envergonham, não tem absolutamente solução, ou a situação lhe foge das mãos; as chamadas situações-limite, fronteiras absolutas, fatos consumados...
Chamamos essas coisas de “Os impossíveis”. Ou seja, se à pergunta: “Não há solução possível, não há nada que fazer”, então é inútil lamentar-se; a realidade é fatalmente assim. São Os impossíveis
Não me foi proposta a existência, mas imposta. Na vida nem entramos nem saímos; empurram-nos a ela e dela nos tiram, e não precisamente o quisermos.
Não escolhi meus pais, nem esta anatomia, nem este temperamento. Não escolhi a sorte de minha vida, o rumo de minhas atividades, ou à hora de minha morte.
Tudo o que ocorreu antes, há alguns minutos apenas, são fatos consumados, que jamais se poderão alterar. São “Os impossíveis
As pessoas costumam viver com muitas freqüências irritadas, envergonhadas, ressentidas por determinada coisa ter acabado em fracasso, por não ter havido sorte em outra, por ter acontecido aquele acidente desgraçado, ou aquele lamentável equívoco. Fatos que não serão alterados sequer um milímetro por toda eternidade.
A estas alturas, ninguém pode fazer nada para que aquilo que aconteceu não tivesse acontecido. Os “impossíveis”.
Em proporção altíssima, as coisas que nos enfurecem ou nos amarguram não tem solução, ou se a têm, não se acha em nossas mãos, porque estamos cercados por todos os lados de situações irreversíveis e fatos consumados.
Sendo assim, diante dos impossíveis só cabem, afinal, duas reações: Ou você os coloca nas mãos de Deus ou você se arrebenta.
E muitos se sentem infelizes porque, ao rechaçar tanta coisa desagradável e insolúvel, vivem assediados pela obsessão de tantas coisas rechaçadas que, por serem rechaçadas, se fixam na mente.
Sendo assim, se não há nada o que fazer. O que afinal de contas se consegue com tentar mudar a realidade do impossível que jamais será mudada por você? Só se consegue uma coisa: arrebentar-se. O que se consegue com fazer perguntas que nunca receberão respostas?
Volto a dizer: as coisas que tem solução resolvem-se as combatendo. E as coisas que não tem solução resolvem-se as entregando, em paz e silêncio, nas mãos de Deus. Quando dizemos que as coisas que não tem solução resolvem-se, queremos dizer que aquela terrível desgraça, doravante não mais me será fonte de angústia e amargura, mas de silêncio e paz.
Depois de tudo o que disse você me pergunta: o que devo fazer? E aqui abro a grande avenida por aonde virá à paz e a sabedoria; Faça a oração de abandono. Se não há nada o que fazer, se é inútil lamentar-se e chorar, desde este momento dobre os seus joelhos do espírito, reclina a tua cabeça perante o Senhor e em tuas mãos entregue tudo, coloque nas mãos Dele todas as suas necessidades, se entregue em amor com infinita confiança de que Ele é Pai, e a paz já estará batendo as portas do seu coração. Que Deus te abençoe. Na paz Letícia Ferreira.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Relacionamento quebrado...



Deus quando criou o homem, já tinha em mente que não seria bom que ele estivesse só, e far-lhe-ia uma companheira. Alguém que o amasse, mas que também fosse amada por ele, e que esse amor fosse eterno, eterno e duradouro.
É o anseio de toda mulher ou de todo homem, seja ela, ou ele  jovem, onde é mais forte essa necessidade, ou já um homem maduro(a), estar com alguém para compartilhar a sua vida, alguém que os faça sorrir, que faça com que se sintam importantes e necessários.
Em busca um do outro, esse anseio, nasceu no coração de Deus quando criou o homem e a mulher. Todas as necessidades do homem sempre foram satisfeitas (Gênesis 1:29-30). No caso de Adão Deus o colocou em um paraíso chamado “Jardim do Éden”, com quem mantinha comunhão íntima e pessoal.
Infelizmente, o cenário paradisíaco do Jardim do Éden foi destroçado. Nesse tempo, antes do pecado fazer parte da realidade humana, a serpente era um belíssimo e reluzente animal. Possuía asas e voava livremente Por entre as árvores do Jardim do Éden. Todavia, uma serpente não fala. Somente ao seres humanos Deus deu este poder, e quando a serpente se dirigiu a Eva para conversar, ela deveria ter notado que algo estava errado, e deveria ter levado o assunto ao seu marido, e por que não a Deus?Observe que ela não se espantou quando a serpente começou a falar o que denota que já havia dado sinal disso antes.
A conversa deve ter sido interessante, e Satanás se aproveitou da curiosidade de Eva e lançou em sua mente várias dúvidas sobre a sinceridade dos propósitos de Deus para a raça humana.
A semente que lançou no Éden é a mesma que ele usa hoje na família, no namoro, no noivado, no casamento, etc.; invertendo palavras não ditas e fazendo o circo pegar fogo para destruir relacionamentos.
Eva toma do fruto proibido e come. Deve ter se sentido leve e solta, a dona da verdade. Corre para o marido e lhe oferece do mesmo fruto. Ele imediatamente, o come, sem pensar na ordem que Deus havia dado, convencido pelas palavras amorosas.
Na viração do dia, costumeiramente chega Deus para passear e conversar com Adão e nota que ambos se escondem. Ao inquirir sobre o que ocorreu, nenhum dos dois assume sua  própria culpa no erro cometido. Adão culpa Eva, de uma forma que também culpa a Deus: “a mulher que tu me deste”, ou seja, veio com defeito. Eva, por sua vez, culpa a serpente, e não assume a sua própria curiosidade.
Cada um já tinha a sua própria desculpa engatilhada para apresentar diante de Deus. Porém Deus sabe que eles estão apenas fugindo de si mesmos e de sua consciência culpada. É deste jeito que acontece em um relacionamento. Ninguém assume sua parcela de culpa.
“Então disse o homem: a mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12).
Veja que a serpente destruiu o relacionamento de Adão e Eva com Deus, com eles mesmos e com os próprios filhos, pois a conseqüência do engano atingiu o coração de um dos filhos a ponto de virar assassino do seu irmão. Caim teve a oportunidade de salvar o relacionamento familiar se desse ouvido a Deus. No entanto, ao invés de amar, optou em odiar aquele que era sangue do seu sangue. Mais um conflito familiar.
Não é diferente nos dias de hoje. Tudo na vida é uma questão de escolha. Infelizmente, o mal tem ganhado força para destruir relacionamentos Porque nós mesmos lhe damos essa força quando escolhemos não amar incondicionalmente.
Na ausência do amor, prevalece o ódio, o rancor, o ciúme, a inveja que entra com o único objetivo: destruir relacionamentos. Por isto encontramos nos dias de hoje CASAMENTOS SEM GOSTO, SEM CHEIRO, mas tenho uma notícia que pode alegrar seu coração neste momento e por toda a eternidade, Jesus transformou água em vinho!...
Esse é o milagre da transformação. Jesus transformou aquilo que era sem gosto, sem vida, em algo saboroso, transformou um produto que somente matava a sede, em algo que sacia e alegra. É exatamente essa transformação que Jesus quer promover nos relacionamentos, principalmente nos casamentos.
Jesus quer fazer da vida de cada pessoa uma constante celebração, uma constante alegria!
Existem coisas na nossa vida que precisam de uma “transformação” como essa da água para o vinho. Talvez sejam situações familiares ou financeiras ou emocionais ou físicas, não importa. Deus tem o poder de transformar tudo o que foi adulterado. Quem sabe até mesmo a nossa própria vida esteja uma “água” sem gosto, sem cor e sem vida, precisando, mais do que nunca, ser transformada em um “vinho novo de excelente qualidade” que só Deus tem para nos dar.
Caro leitor, mesmo que seu coração ou o do seu cônjuge esteja como aqueles jarros de pedra, cheio de água, quem sabe até águas amargas pela vida, não perca a esperança, porque coração de pedra e águas amargas, se Jesus tocar, receberão o poder transformador.
Mas há alguns requisitos necessários para se receber a transformação realizada por Jesus, para que o poder transformador de Jesus nos alcance e mude tanto a nossa vida como as situações que nos envolvem.
Então, o que é necessário para podermos experimentar o poder transformador de Jesus?
“Jesus e seus discípulos também haviam sido convidados para o casamento”
Você quer experimentar mudança em sua vida?... Quer experimentar o poder transformador de Deus? Você terá de sair de cena e deixar Jesus entrar. Porque uma real transformação somente irá acontecer, como conseqüência da entrega total da sua vida a Jesus!
Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: “eles não tem mais vinho”. Alguém reconheceu a necessidade, admitiu e disse: “acabou o vinho”.
Quantas vezes nossa vida está um caos, o relacionamento está adulterado, a alegria acabou e vivemos como se tudo estivesse bem?
Algumas pessoas deixam de experimentar uma transformação em suas vidas, por causa do orgulho ou da vergonha de deixar que outras pessoas percebam que sua vida é de fachada e que, elas alimentam no coração águas amargas. “O vinho acabou, mas estar tudo bem, não se fala mais nisso, não vamos deixar ninguém perceber”.
Quantos casamentos de fachada, vivendo apenas de aparências?Não reconhecem a necessidade de uma mudança, de uma transformação genuína na vida. Vivem tristes, opressas, carregando o peso do fracasso nas costas, e não admitem que o único que poderá tirar este fardo é o poder transformador de Jesus.
O vinho na bíblia simboliza alegria, sabe de uma coisa? De nada adiantará você convidar Jesus, reconhecer a sua necessidade e pedir a Sua ajuda, se não fizer o que Ele manda. “sua mãe disse ao serviçais: façam tudo o que Ele mandar”.
É preciso acatar aquilo que Jesus diz, aquilo que Ele manda fazer, não se deve questionar: a obediência o fator fundamental para a benção.
Você só não terá a sua vida transformada, ou a sua condição mudada, se não for obediente a Jesus em oração e atitude.Sua escolha é a sua vitória, acredite sua vida será mudada da água para o vinho. Deus abençoe...
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