quarta-feira, 29 de junho de 2011

"NENHUM SACRIFÍCIO É TÃO PEQUENO QUE DEUS NÃO VEJA"

ASSISTA A ESSE VÍDEO E ENTENDA QUE VOCÊ ESTAR CONSTRUINDO UMA CATEDRAL, AINDA QUE NÃO TE VEJAM, QUE NÃO TE RECONHEÇAM.POIS DEUS TE VER E É ELE QUE VAI MORAR NELA....
                                                          EU TE VEJO!
                                                                   

segunda-feira, 27 de junho de 2011

VOCÊ SABIA QUE A MULHER DE LÓ SE CONVERTEU?

DEIXE SUA OPINIÃO SOBRE ESSE TEMA E SEMANA QUE VEM VAMOS ESTAR POSTANDO SOBRE ESSE ASSUNTO, QUE TENHO CERTEZA QUE ACABA DE COLOCAR DÚVIDA EM SEU PENSAMENTO, SE VOCÊ SOUBER COMO ACONTECEU COMENTE AQUI....

sexta-feira, 24 de junho de 2011

“É hora de afiar o machado”

Você pode estar recebendo agora um convite para recomeçar. Deus está te convidando a meditar nessa reflexão...

Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que praticava, foi desafiado por outro lenhador jovem e forte para uma disputa. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos Lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.
No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempo em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.
Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador. Intrigado, o moço questionou o velho: “Não entendo!? Muitas vezes, quando eu olhei para o senhor durante a competição, notei que estava sentado, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode? ‘engano seu!- disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. Você usou muita força, mas o seu machado não estava pronto para te dar resultados. Você nunca parou para amolá-lo”’.
“Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve por mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade”. (Ec 10.10). Quando o rei Salomão foi inspirado pelo Espírito Santo a escrever estas palavras, não nos deixou apenas um princípio natural.
Assim como a sabedoria de afiar o corte do machado no rachar lenhas torna o trabalho mais eficaz, também há recursos espirituais que tornaram nosso andar em Deus mais frutífero.
Se o machado de um lenhador encontra-se embotado, sem corte, ele tem que apreender muito mais força e energia em seu trabalho, consumindo assim mais do seu tempo. Mas ao investir uma parte do seu tempo afiando o corte do machado, no fim terá economizado tempo e energia. A partir do momento que a ferramenta tem melhor corte, será o corte que determinará o resultado, e não a força do golpe na lenha. Assim, se tentarmos economizar o tempo que usaríamos dando manutenção à ferramenta, acabaremos perdendo mais tempo ainda no trabalho que executamos. É ISSO AÍ! Na fé Letícia Ferreira.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

“Com um beijo me trais”



Jamais uma pessoa amou tanto um traidor....
Apostando tudo o que tinha nos que o frustravam, após sair da última ceia, os discípulos decepcionaram seu mestre, Ele estava para ser preso e aguardava a escolta e pediu para que seus discípulos estivessem com Ele naquele momento angustiante, mas os discípulos cansados dormiram.
Judas chegou com a escolta. Traiu o Mestre com um beijo. Em vez de ser dominado pela frustração e ódio, Jesus gerenciou seus pensamentos, relaxou sua emoção e olhou com gentileza para seu traidor. O espantoso é que a análise psicológica revela que Jesus não tinha medo de ser traído por Judas; tinha medo de perder Judas, de perder um amigo.
Ele disse: “Com um beijo me trais”. Queria dizer: “Você tem certeza de que é isso o que deseja? Pense antes de reagir”. Judas ficou perturbado, saiu de cena, não esperava essa resposta.
O Mestre dos mestres não desistiu dele, queria reconquistá-lo, levá-lo ao usar seu dramático erro para crescer. Queria que Judas não fosse controlado pela culpa e pela autopunição e nem desistisse de sua vida. Infelizmente Judas não ouviu a voz suave, sábia e afetiva de seu Mestre. Jamais uma pessoa traída amou tanto um traidor!
Horas depois de preso, Pedro golpeou-o três vezes negando veementemente que o conhecia. Pedro amava o Mestre profundamente, mas estava no cárcere da emoção. Não raciocinava. Jesus não exigiu nada dele. Ainda o estava treinando. No momento em que ele O nega pela última vez, o Mestre vira-se para ele e diz: “Eu compreendo”!
Você já disse para alguém que errou muito com você, “eu o compreendo”? Somos muitas vezes carrascos das pessoas que erram, até dos nossos filhos e alunos, mas Jesus jamais desistiu dos homens que escolheu.
Pedro saiu de cena e pôs-se a chorar. Nesse momento ele deu um salto na sua vida. O seu erro foi transformado num pilar de crescimento, e não em objeto de punição, como nas provas escolares das sociedades modernas.
Apesar dos inúmeros defeitos dos discípulos, duas qualidades os coroavam. Eles tinham disposição para explorar o novo e sede de aprender. Bastava isso para o mestre, pois ele acreditava que a pedra bruta seria lapidada ao longo da sua vida. Sabia que seu projeto levaria tempo para ser implantado, mesmo depois que fechasse os olhos.
Não se importava com os acidentes de percurso. Confiava nas sementes que plantara. Acreditara que elas germinariam na terra da timidez, nos solos da insegurança, nas planícies rochosas da intolerância. Por fim, seus discípulos se tornaram uma equipe excelente de pensadores. Depois quero que análise as cartas de Pedro que estão no Novo Testamento. “Elas são um tratado de psicologia social.” Errou muito, mas cresceu demais.
Jesus Cristo investiu sua inteligência em pessoas complicadíssimas para mostrar que todo ser humano tem esperança. As pessoas mais difíceis com quem você convive têm esperança. A história de Jesus é um exemplo magnífico. Demonstra que as pessoas que mais nos dão dor de cabeça hoje poderão a ser as que mais nos darão alegrias no futuro. O que fazer?
Invista nelas! Não seja um manual de regras e críticas! Surpreenda-as! Cative-as! Ensine-as pensar! Compreenda-as! Plante sementes! Na fé Letícia Ferreira.

terça-feira, 14 de junho de 2011

“O que fazer diante de uma má notícia?”


A maior genialidade não é aquela que vem da carga genética nem a que é produzida pela cultura acadêmica, mas a que é construída nos vales dos medos, no deserto das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos desafios.
A maneira como enfrentamos as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Alguns momentos geraram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos.
Algumas pessoas não se levantaram mais depois de certas derrotas. Outras nunca mais tiveram coragem de olhar para o horizonte com esperança depois de suas perdas. Pessoas sensíveis foram encarceradas pela culpa, tornaram-se reféns do seu passado depois de cometerem certas falhas. A culpa as asfixiou.
Alguns jovens extrovertidos perderam para sempre sua auto-estima depois que foram humilhados publicamente. Outros perderam a primavera da vida porque foram rejeitados por seus defeitos físicos ou por não terem um corpo segundo o padrão doentio de beleza ditado pela mídia.
Alguns adultos nunca mais se levantaram depois de atravessarem uma grave crise financeira. Mulheres e homens perderam o romantismo depois de fracassarem em seus relacionamentos afetivos, após terem sido traídos, incompreendidos, feridos ou não amados.
Filhos perderam a vivacidade nos olhos depois que um dos pais fechou os olhos para a existência. Sentiram-se sós no meio da multidão. Crianças perderam sua ingenuidade depois da separação traumática dos pais. Foram vítimas inocentes de uma guerra que nunca entenderam. Trocaram as brincadeiras pelo choro oculto e cálido.
A complexidade da mente humana nos faz transformar uma borboleta num dinossauro, uma decepção num desastre emocional, um ambiente fechado num cubículo sem ar, um sintoma físico num prenúncio da morte, um fracasso num objeto de vergonha.
Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta. Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação, o desejo de ser livre, mas claro, no Senhor Jesus, nos ajudam a superar esses monstros, vencê-los e utilizá-los como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá-la, criticá-la, usá-la.
 Na bíblia encontramos muitos relatos de sonhadores  que desenvolveram áreas nobres da sua inteligência, áreas que todos têm condições de desenvolver. Eles atravessaram turbulências quase que insuperáveis. Suportaram pressões que poucos tolerariam. Viveram dias ansiosos, sentiram-se pequenos diante dos obstáculos.
Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos. Zombaram de alguns, outros foram discriminados. Tinham todos os motivos para desistir de seus sonhos e, em certos momentos, até da própria vida. Mas não desistiram. Quais foram os seus segredos?
Eles fizeram da vida uma aventura. Não foram aprisionados pela rotina. Claro que é impossível escapar da rotina, em muitos momentos ela é um calmante necessário. Mas esses sonhadores passaram pelo menos 10% do seu tempo criando, inventando, descobrindo. Tiveram uma visão panorâmica da existência em tempo nublado. Foram empreendedores, estrategistas, persuasivos, amigos do otimismo. Foram sociáveis, observadores, analíticos e críticos.
Fizeram escolhas, traçaram metas, e as executaram com paciência, pois a “paciência é o molho da espera”. Pois os que a conquistam colherão os mais excelentes frutos. Deixe que Jesus seja o remo do barco que é você, precisa ter coragem para correr riscos. Os maiores riscos para quem sonham são as pedras do caminho. Tropeçamos nas pequenas pedras e não nas grandes montanhas. Quem é controlado pelos riscos e pelos perigos das jornadas não tem resistência emocional. Cedo recua. Você tem essa resistência?
Se você tiver medo das tempestades, nunca navegará pelos mares desconhecidos. Jamais conquistará outros continentes.
Os que transformaram seus sonhos em realidades aprenderam a ser líderes de si mesmos para depois liderar o mundo que os cercava. Tinham uma ambição positiva, queriam transformar sua sociedade, a sua empresa, seu espaço afetivo. Eram pessoas inconformadas com a situação ao qual estavam passando.
Seus sonhos se tornaram realidade porque ganharam um combustível emocional que jamais se apagou, mesmo ao atravessarem chuvas torrenciais. Qual é esse combustível? O amor por Deus, pela vida, o amor pela humanidade.Foram dominados por um desejo incontrolável de serem úteis para os outros. Quem vive para si mesmo não tem raízes internas.
É possível destruir o sonho de um ser humano quando ele sonha para si, mas é impossível destruir seu sonho quando ele sonha para os outros, a não ser que lhe tirem a vida.
Precisamos perseguir nossos mais belos sonhos. Desistir é uma palavra que tem que ser eliminada do dicionário de quem sonha e deseja conquistar, ainda que nem todas as metas sejam atingidas. Não se esqueça de que você vai falhar 100% das vezes em que não tentar, vai perder 100% das vezes em que não procurar, vai estacionar 100% das vezes em que não ousar caminhar”.Tente outra vez...Se você sonhar, poderá sacudir o mundo, pelo menos o seu mundo.
Se você tiver de desistir de alguns sonhos, troque-os por outros. Pois a vida sem sonhos é um rio sem nascente, uma praia sem ondas. Sem sonhos, os ricos se deprimem, os famosos se entediam, os intelectuais se tornam estéreis, os livres se tornam escravos, os fortes se tornam tímidos, a coragem se dissipa, a inventividade se esgota, o sorriso vira um disfarce.
Você não precisará de sonhos para superar uma pequena tristeza ou um momento de ansiedade. Mas precisará de espetaculares sonhos para vencer uma crise depressiva, o desânimo, a falta de coragem de viver, e, assim, acreditar que todo transtorno por mais dramático  que seja pode ser superado.Além disso, precisará de muitos sonhos para zombar de seus medos, debochar da sua insegurança, dar risadas das suas manias e, assim, viver relaxada e suavemente nessa bela e turbulenta existência.
Vou deixar aqui cinco lições para que você possa encontrar grandeza na sua pequenez!
Ø  Seja persistente na busca de seus interesses;
Ø  Anima-te diante dos desafios;
Ø  Busque facilidade para propor idéias;
Ø  Use sua capacidade de influenciar as pessoas;
Ø  Não dependa do retorno dos outros para seguir seu caminho.
Apesar de nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles. Por isso, desejo sinceramente que você...
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

COMO VENCER A DEPRESSÃO?...

ASSISTA PASSO A PASSO E DESCUBRA SE VOCÊ ESTAR OU NÃO ENTRANDO EM DEPRESSÃO E APRENDA COMO VENCER AS CRISES PESSOAIS, ENFERMIDADES, MEDO, PAVOR, QUE NESTE COMEÇO DE SÉCULO TEM ATINGIDO A HUMANIDADE LEVANDO ATÉ A MORTE... 




PARTE : 1

PARTE : 2

PARTE : 3

PARTE : 4

PARTE : 5

PARTE : 6

PARTE : 7

sexta-feira, 3 de junho de 2011

“Na vida fatalidades acontece, a gente é que faz o drama”


                                       
Entenda que a exaustão emocional dói mais que a exaustão física, e a exaustão espiritual dói ainda mais. Baruque agiu como os outros agiram: derramou a sua alma perante o Senhor...
Baruque era contemporâneo do profeta Jeremias. Era seu escriba, porta-voz e amigo. Foi ele quem escreveu a primeira e a segunda edição do livro que registra tudo o que Deus disse a Jeremias a respeito de Israel e de outras nações, na época anterior à destruição de Jerusalém pela Babilônia, nos anos 600 antes de Cristo. Jeremias ditava e Baruque escrevia. Foi também Baruque quem leu o livro em voz alta, duas vezes, primeiro para o povo reunido no templo e, depois, para um seleto grupo de líderes em lugar mais reservado. Depois da privilegiada oportunidade de escrever e tornar conhecido o conteúdo do livro, Baruque teve uma crise depressiva muito forte e desabafou: “Ai de mim.! O Senhor acrescentou tristeza ao meu sofrimento. Estou exausto de tanto gemer, e não encontro descanso” (Jr 45.3).
Não é difícil entender o problema emocional de Baruque. Ele teve experiências muito chocantes em seu ministério ao lado de Jeremias. Ambos esperavam, como conseqüência da leitura do livro, que o rei e o povo se convertessem de sua má conduta e, então, recebessem o perdão do Senhor. Aconteceu o contrário: quando o livro era lido pela terceira vez, agora na presença do rei Joaquim, em seu palácio de inverno, “cada vez que Jeudi terminava a leitura de três ou quatro colunas, o rei cortava com uma faquinha aquele pedaço do rolo e jogava no fogo [...] até que o rolo inteirinho virou cinzas” (Jr 36.23-24). Além do mais, Baruque chorava porque corria risco de morte, porque estava por dentro das iniqüidades praticadas pelo povo, porque tinha conhecimento do juízo de Deus prestes a se abater sobre o povo e porque ele próprio estava ao alcance das desgraças que se sucederiam, mesmo não participando da corrupção generalizada. Baruque não era o único a se queixar de exaustão. Alguns de seus contemporâneos faziam o mesmo: “Estamos exaustos e não temos como descansar” (Lm 5.5).
A exaustão emocional dói mais que a exaustão física, e a exaustão espiritual dói ainda mais. Baruque agiu como os outros agiram: derramou a sua alma perante o Senhor. O desabafo sincero é o ralo por onde se escoam as lágrimas. O consolo de Deus é estranho, mas funciona. A cura que ele opera não é superficial.
Deus não apenas oferece o lenço para o sofredor enxugar as lágrimas, como também ensina a pessoa a lidar com os problemas da vida. Baruque queria ser uma exceção. Como muitos crentes de hoje, sob a alegação de que são “ filhos do Rei”, o escriba queria ir para uma sala VIP, queria uma espécie de salvo- conduto, esconder-se dentro de uma redoma onde pudesse se proteger da famosa Tríade( guerra, fome e peste) que estavam assolando a nação e encontrar água e comida à vontade e por muito tempo. Todavia, Deus lhe perguntou: “ Será que você está querendo ser tratado de modo diferente?” (Jr 45.5).
A mágica de Deus nem sempre é retirar o espinho na carne no momento em que nós desejamos, mas tornar mais abundante e mais suficiente a sua graça (Co 12.7-10). Naquele momento histórico, era necessário “arrancar, despedaçar, arruinar e destruir” a nação pecadora (Jr 1.10). Posteriormente, porém, depois da humilhação e da quebra da cerviz dura, Deus estaria disposto a reverter o quadro, reedificar o que havia derrubado e replantar o que havia sido arrancado (Jr 31.4, 28, 40). Baruque não teria uma redoma para de proteger, mas Deus o deixaria escapar com vida onde quer que ele fosse, em meio às ameaças e às desgraças da guerra, da fome e da peste (Jr 45.5).
Assista esse vídeo e veja o trabalhar de Deus...Na fé Letícia Ferreira.

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