sexta-feira, 24 de junho de 2011

“É hora de afiar o machado”

Você pode estar recebendo agora um convite para recomeçar. Deus está te convidando a meditar nessa reflexão...

Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que praticava, foi desafiado por outro lenhador jovem e forte para uma disputa. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos Lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.
No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempo em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.
Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador. Intrigado, o moço questionou o velho: “Não entendo!? Muitas vezes, quando eu olhei para o senhor durante a competição, notei que estava sentado, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode? ‘engano seu!- disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. Você usou muita força, mas o seu machado não estava pronto para te dar resultados. Você nunca parou para amolá-lo”’.
“Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve por mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade”. (Ec 10.10). Quando o rei Salomão foi inspirado pelo Espírito Santo a escrever estas palavras, não nos deixou apenas um princípio natural.
Assim como a sabedoria de afiar o corte do machado no rachar lenhas torna o trabalho mais eficaz, também há recursos espirituais que tornaram nosso andar em Deus mais frutífero.
Se o machado de um lenhador encontra-se embotado, sem corte, ele tem que apreender muito mais força e energia em seu trabalho, consumindo assim mais do seu tempo. Mas ao investir uma parte do seu tempo afiando o corte do machado, no fim terá economizado tempo e energia. A partir do momento que a ferramenta tem melhor corte, será o corte que determinará o resultado, e não a força do golpe na lenha. Assim, se tentarmos economizar o tempo que usaríamos dando manutenção à ferramenta, acabaremos perdendo mais tempo ainda no trabalho que executamos. É ISSO AÍ! Na fé Letícia Ferreira.

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